sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
terça-feira, 18 de outubro de 2011
sábado, 24 de setembro de 2011
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
terça-feira, 12 de julho de 2011
quinta-feira, 23 de junho de 2011
terça-feira, 21 de junho de 2011
quinta-feira, 16 de junho de 2011
variações
e de vontades
dobrando a esquina
agora quero beijar dos pés à cabeça
pisar na formiga só para ouvir o estalo
.
me perguntaram por que sou tão rebelde
.
respondi por não ter causa
.
vou embora
.
agora
quinta-feira, 9 de junho de 2011
quarta-feira, 8 de junho de 2011
sexta-feira, 3 de junho de 2011
mas
cabiam dentro de uma
caixa de papelão
ou em qualquer outra embalagem.
afinal, onde guardar o que
não tem tamanho?
sábado, 28 de maio de 2011
então
dessas de supermercado,
e agora estou decidindo:
mudança,
descarte,
arquivamento,
nda.
terça-feira, 24 de maio de 2011
segunda-feira, 23 de maio de 2011
domingo, 8 de maio de 2011
quinta-feira, 28 de abril de 2011
segunda-feira, 11 de abril de 2011
quinta-feira, 31 de março de 2011
quarta-feira, 9 de março de 2011
Ryuichi Sakamoto - Chinsagu No Hana
Just as my fingernails are stained with the pigment from balsam flowers,
my heart is painted with the teachings of my parents.
Although the stars in the sky are countable,
the teachings of my parents are not.
Just as ships that run in the night are guided to safety by the North star,
I am guided by my parents who gave birth to me and watch over me.
There's no point in possessing magnificent jewelry if you don't maintain it;
people who maintain their bodies will live life wonderfully.
The desires of the person who lives sincerely will always run true
and as a result she will prosper.
You can do anything if you try,
but you can't if you don't
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
O sangue da buganvília
“Assim as nossas raízes de ferreiros muito antigos vão resistindo ao vento e à tempestade destes últimos tempos que, mais que o vento ou a areia do deserto, nos experimenta os corpos e vai retorcendo as almas. Por isso, às vezes tenho dúvidas e dificuldades quando a conversa tem que ver com buganvílias. É que estas coisas de parentesco são muito difíceis de conhecer bem e distinguir nas nossas terras. De uma coisa estou certa, venha quem vier, mudem as estações, parem as chuvas, esterilizem o solo, somos cada vez mais como as buganvílias: a florir em
sangue no meio da tempestade. “ Ana Paula Ribeiro Tavares, 1998.





