Fordlândia, 27 de novembro de 2010 - 10:30h.
A imagem mais linda que presenciei em toda minha vida.
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
domingo, 7 de novembro de 2010
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
sábado, 16 de outubro de 2010
domingo, 26 de setembro de 2010
ocupação - 2
Depois de um tempo, correu-se um boato de que debaixo do chão desta construção havia algo enterrado. Mas, ninguém sabia se era verdade a história e muito menos o que haveria ali.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
com teto - 1
Era uma casa vazia.
A porta de entrada era de ferro, parecendo a de um cofre de banco pela aparencia imponente e intransponível. Sabia-se que estava vazia pois não havia paredes externas nem internas, toda construção era de vidro. Paredes-janelas.
Ficava em uma rua bastante movimentada. Não tinha muros assim todos os passantes podiam vê-la. Serviaria de moradia, comércio, escola, restaurante, igreja, consultório, ou seja um abrigo para inúmeras possibilidades de uso, que tivesse alguma função. Mas estava lá vazia, sendo desejada por uns e preenchida pela imaginação das pessoas.
sábado, 18 de setembro de 2010
terça-feira, 14 de setembro de 2010
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
sai deste corpo que me
as palavras eram como fotos velhas
pregadas em minha parede interna.
mas com o tempo
pareciam desbotar-se pela
fragilidade da incerteza, da dúvida
para uma reconstituição presente.
como se o hábito duradouro
deixou de ser.
pregadas em minha parede interna.
mas com o tempo
pareciam desbotar-se pela
fragilidade da incerteza, da dúvida
para uma reconstituição presente.
como se o hábito duradouro
deixou de ser.
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
domingo, 27 de setembro de 2009
domingo, 6 de setembro de 2009
sábado, 8 de agosto de 2009
domingo, 19 de julho de 2009
Prof. Jamil
A praça, a praça é do Povo!
Como o céu é do Condor!
trecho do poema "O povo ao poder"
de Castro Alves, 1864
Como o céu é do Condor!
trecho do poema "O povo ao poder"
de Castro Alves, 1864
terça-feira, 14 de julho de 2009
Vende-se
Esta foto tem aura.
A condição atual da cópia fotográfica é:
o rabisco de NÃO IMPORTA
está mais evidente e tem
um chicletes grudado na imagem.
Sofreu intervenções de vários outros artistas.
Obra única.
Garantia de 6 meses.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
terça-feira, 30 de junho de 2009
domingo, 14 de junho de 2009
tudo igual
Sim, pensou que era mais um dia como outro qualquer.
Só estavam diferentes a luz do sol, as plantas ainda por crescer,
algumas valas a mais para escoar a água, outro caminho aberto para trafegar os tratores, um asfalto que foi liberado, ovelhinhas negras, laranjas no ponto para virarem suco, 4 filhotes de coelho, e um ar de que as coisas continuavam iguais.
Só estavam diferentes a luz do sol, as plantas ainda por crescer,
algumas valas a mais para escoar a água, outro caminho aberto para trafegar os tratores, um asfalto que foi liberado, ovelhinhas negras, laranjas no ponto para virarem suco, 4 filhotes de coelho, e um ar de que as coisas continuavam iguais.
sábado, 23 de maio de 2009
domingo, 3 de maio de 2009
PARADA CARDÍACA
Essa minha secura
essa falta de sentimento
não tem ninguém que segure,
vem de dentro.
Vem da zona escura
donde vem o que sinto.
Sinto muito,
sentir é muito lento.
Paulo Leminski
essa falta de sentimento
não tem ninguém que segure,
vem de dentro.
Vem da zona escura
donde vem o que sinto.
Sinto muito,
sentir é muito lento.
Paulo Leminski
sábado, 4 de abril de 2009
domingo, 15 de março de 2009
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
domingo, 15 de fevereiro de 2009
domingo, 8 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
sábado, 24 de janeiro de 2009
Fotografia de Mallarmé
é uma foto
premeditada
como um crime
basta
reparar no arranjo
das roupas os cabelos
a barba tudo
adrede preparado
- um gesto e a manta
equilibrada sobre
os ombros
cairá - e
especialmente a mão
com a caneta
detida
acima da
folha em branco: tudo
à espera
da eternidade
sabe-se:
após o clique
a cena se desfez
na rue de Rome a vida voltou
a fluir imperfeita
mas
isso a foto não
captou que a foto
é a pose a suspensão
do tempo
agora
meras manchas
no papel rastro
mas eis que
teu olhar
encontra o dele
(Mallarmé) que
ali
do fundo
da morte
olha
Ferreira Gullar
premeditada
como um crime
basta
reparar no arranjo
das roupas os cabelos
a barba tudo
adrede preparado
- um gesto e a manta
equilibrada sobre
os ombros
cairá - e
especialmente a mão
com a caneta
detida
acima da
folha em branco: tudo
à espera
da eternidade
sabe-se:
após o clique
a cena se desfez
na rue de Rome a vida voltou
a fluir imperfeita
mas
isso a foto não
captou que a foto
é a pose a suspensão
do tempo
agora
meras manchas
no papel rastro
mas eis que
teu olhar
encontra o dele
(Mallarmé) que
ali
do fundo
da morte
olha
Ferreira Gullar
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
sábado, 27 de dezembro de 2008
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
domingo, 7 de dezembro de 2008
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
domingo, 30 de novembro de 2008
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
sábado, 15 de novembro de 2008
terça-feira, 11 de novembro de 2008
terça-feira, 4 de novembro de 2008
sábado, 1 de novembro de 2008
Por acaso - 01/11/08 - 10:36h
um aluno de faculdade me parou e perguntou
se poderia me fotografar. Eu disse que sim... e foi
estranho estar do outro lado...
nem falei que era fotógrafo."
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
O HOMEM E SUA SOMBRA
13
Um homem nasceu sem sombra
- e na aldeia o evitavam.
No entanto, era apenas
um homem
cuja sombra não se externava.
Era como um mudo
que para dentro cantava
um paralítico
que internamente andava.
Sua sombra
era um pássaro
que sem asa
- voava.
30
Um homem foi visto
vagando no verão
sem sombra
às dez horas.
Tanta luz!
Por dentro
e fora.
Parecia a eternidade
quando se perde
do agora.
35
Era um homem que tinha vertigem
ante o poço da própria sombra.
Por isto retrocedia
quando em suas bordas pisava.
Sua sombra era um buraco negro
onde o dono
se abismava.
Affonso Romano de Sant’Anna
Um homem nasceu sem sombra
- e na aldeia o evitavam.
No entanto, era apenas
um homem
cuja sombra não se externava.
Era como um mudo
que para dentro cantava
um paralítico
que internamente andava.
Sua sombra
era um pássaro
que sem asa
- voava.
30
Um homem foi visto
vagando no verão
sem sombra
às dez horas.
Tanta luz!
Por dentro
e fora.
Parecia a eternidade
quando se perde
do agora.
35
Era um homem que tinha vertigem
ante o poço da própria sombra.
Por isto retrocedia
quando em suas bordas pisava.
Sua sombra era um buraco negro
onde o dono
se abismava.
Affonso Romano de Sant’Anna
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
sábado, 25 de outubro de 2008
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
domingo, 19 de outubro de 2008
sábado, 18 de outubro de 2008
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